31/01/2008
Orkut literário



Os sites de relacionamentos, além de estimularem a fofoca virtual, têm outras funções. Uma delas é fazer você voltar a falar com conhecidos distantes, como aquela menina chatíssima do colégio. Outra função é dividir interesses em comum com aquelas fotinhos no canto direito da tela, os seus “amigos”. Pensando nos interessados em livros, Otis Chandler criou o
Goodreads, uma espécie de Orkut literário. Mas a missão soa mais ambiciosa que a do site de relacionamento: “melhorar o processo de leitura e de aprendizagem pelo mundo”, segundo informa a página. Na verdade, não passa de um Orkut – e é tão divertido quanto. Você cria um perfil, adiciona amigos e cria listas de livros. Pode ser qualquer lista: os melhores livros da sua vida, os que você está lendo, os que pretende ler, os que detestou... É bom lembrar que é tudo em inglês.

No Orkut, você dá pontos para a simpatia, a sensualidade e a confiabilidade dos seus “amigos”. No Goodreads, é diferente: você encarna o crítico e dá estrelas para os livros de sua prateleira. E bisbilhota as listas dos outros. Um cara deu, vejam só, apenas uma estrela para O Grande Gatsby, do escritor americano Scott Fitzgerald. Será que ele não achou a capa do livro sexy o suficiente? Ok, vou controlar minha raiva. Na minha lista, não tem estrelinhas, porque simplesmente não consigo resumir o que achei de um livro pintando ou deixando de pintar um desenhozinho de cinco pontas. Não dá. (Ainda bem que aqui no Mente Aberta não tem esse negócio de estrelinha...) Para quem prefere escrever, há espaço para postar resenhas. Quando você seleciona um livro, vê a média de estrelas que ele recebeu e pode ler as resenhas feitas pelos usuários. E, como no Orkut, você pode fazer parte de comunidades. Mas todas são de discussões sobre livros e sobre autores.

Falando em autores, eles também participam desse sarau eletrônico. O Goodreads mostra em destaque os perfis dos escritores. Paulo Coelho está lá, mas por enquanto ele tem só três amigos.

P.S.: Quando for criar um perfil no Goodreads, é bom tomar cuidado com uma tela que pede para você colocar seu webmail e sua senha. O site pode mandar um spam para a sua lista de contatos inteira.

(Gisela Anauate)

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01/02/2008
As 20 poderosas da música



A revista Forbes divulgou essa semana a relação das mulheres que mais faturaram na música, em 2007. Como toda lista, esta traz algumas surpresas. As “veteranas” estão com tudo: os três primeiros postos ficaram com as cantoras Madonna (de 49 anos), com US$ 72 milhões; Barbra Streisand (65 anos) com US$ 60 milhões; e Celine Dion (39 anos) com US$ 45 milhões. Já Britney Spears, mesmo tendo lançado um bom CD e com toda a mídia divulgando cada um de seus passos (na maioria das vezes trôpegos), nem conseguiu ficar entre as 10 mais – amargou o 14º posto, pois faturou “apenas” US$ 8 milhões em 2007, abaixo das colegas Christina Aguilera (em 7º), Hilary Duff (11º) e Avril Lavigne (12º). Confira abaixo a lista das 20 poderosas da música e repare a estranha ausência da caribenha Rihanna, que estourou em 2007 com o hit “Umbrella”. A nova musa das pistas ficou de fora dessa festa.

Denerval Ferraro Jr.

1. Madonna - US$ 72 milhões
2. Barbra Streisand - US$ 60 milhões
3. Celine Dion - US$ 45 milhões
4. Shakira - US$ 38 milhões
5. Beyoncé - US$ 27 milhões
6. Gwen Stefani - US$ 26 milhões
7. Christina Aguilera - US$ 20 milhões
8. Faith Hill - US$ 19 milhões
9. Dixie Chicks - US$ 18 milhões
10. Mariah Carey - US$ 13 milhões
11. Hilary Duff - US$ 12 milhões
12. Avril Lavigne - US$ 12 milhões
13. Martina McBride - US$ 12 milhões
14. Britney Spears - US$ 8 milhões
15. Carrie Underwood - US$ 7 milhões
16. Nelly Furtado - US$ 7 milhões
17. Fergie - US$ 6 milhões
18. Jennifer Lopez - US$ 6 milhões
19. Sheryl Crow - US$ 6 milhões
20. Norah Jones - US$ 5,5 milhões

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08/02/2008
31 Punks Eternos

Ok, pode não ser uma data redonda. Mas o fato é que o punk passou dos trinta, mas reverbera até hoje nos acordes de 9 entre 10 bandas que estouram nas paradas de sucesso. Para comemorar, a redação de Mente Aberta escolheu os 31 álbuns fundamentais do movimento que fez o rock voltar às suas origens de três acordes e melodias simples. Na lista, em ordem de importância, não apenas discos dos fundadores do estilo, mas também dos grupos que expandiram seu campo musical, e álbuns que gastaram as agulhas das vitrolas dos pais do punk. E você, leitor? Acha que algum álbum ficou de fora? Acha que a ordem está errada? Comente essa lista, critique, elogie. E fale qual é o seu disco preferido.


1. The Sex Pistols - Never Mind The Bollocks (1977)
Esse álbum, violento e confrontador, serviu como um catalisador para toda uma geração de jovens súditos ingleses, miseráveis e sem perspectiva. Quem ouviu o disco, formou uma banda.

2. The Ramones - The Ramones (1976)
Um grupo de rapazes americanos apaixonados por Beatles e surf music resolve montar uma banda. O resultado é o primeiro disco punk da história: em 14 músicas de dois minutos, rock & roll simples, tocado sem frescuras, rápido e muito alto.

3. The Stooges - Fun House (1970)
O álbum reproduz a atmosfera dos shows do grupo, onde Iggy Pop e o guitarrista Ron Asheton arrebentavam os amplificadores

4. Patti Smith - Horses (1975)
Álbum de estréia de Patti Smith, que com sua postura desafiadora e letras poéticas foi para o punk o que Bob Dylan representou para os Beatles

5. The Clash - The Clash (1977)
Sem perder a ferocidade enérgica e urgente do punk, o clash misturou estilos como o ska estilos no seu primeiro álbum.

6. Velvet Underground - Velvet Underground & Nico (1967)
O famoso “disco da banana” já é quase um clichê, mas com seu rock vanguardista e visionário inspirou todos os precursores do punk

7. MC5 - Kick Out The Jams (1969)
Um dos únicos álbuns de estréia gravado ao vivo. Só assim para capturar a agressividade musical desse grupo, que pavimentou o caminho para o punk

8. New York Dolls - New York Dolls (1973)
Cinco fãs de Bowie e T-Rex travestidos de mulheres e tocando mais rápido riffs de Rolling Stones e Chuck Berry. Mais punk, impossível.

9. Television - Marquee Moon (1977)
Com dois guitarristas duelando em solos líricos e magnéticos, este álbum é a bíblia do experimentalismo das bandas americanas dos anos 70 e 80

10. Modern Lovers - Modern Lovers (1976)
Síntese do ideário punk (três acordes, melodias simples e letras irônicas) o único álbum do grupo reúne canções como o hino “Roadrunner”

11. Suicide - Suicide (1977)
O duo Alan Vega e Martin Rev definiu o uso dos sintetizadores na década seguinte, e fez um álbum que prova que existe punk sem guitarras.

12. Joy Division - Unknown Pleasures (1979)
Os vocais catatônicos de Ian Curtis, a frieza polar da guitarra e o minimalismo do teclado influenciam bandas dos dois lados do Atlântico até hoje

13. Gang of Four - Entertainment! (1979)
As letras politizadas destes estudantes de marxismo não impediram que o grupo misturasse jazz e funk com uma guitarra pungente para produzir um monumento que iniciou o pós-punk britânico

14. Devo - Q: Are We Not Men? A: We Are Devo! (1978)
Letras ácidas e arranjos pouco convencionais, o álbum funda a onda de sintetizadores que dominou os anos 80

15. Richard Hell & The Voidoids - Blank Generation (1977)
Rock abrasivo e letras inteligentes deste que, ao lado de Patti Smith, é um dos poetas do punk

16. Dead Kennedys - Fresh Fruit For Rotting Vegetables (1980)
Verdadeiro alicerce do hardcore americano: guitarras supersônicas, canções berradas e letras tão de esquerda que deixariam Hugo Chávez assustado

17. Black Flag - Damaged (1981)
Se o álbum acima é o pai do hardcore, este é a mãe, e onde o grupo flerta com heavy metal e free-jazz.

18. Bad Brains - Bad Brains (1982)
Em um piscar de olhos sai do hardcore rápido e agressivo para o dub cadenciado e meditativo.

19. Minutemen - Double Nickels on the Dime (1984)
São 44 músicas de menos de 2 minutos mesclando o senso melódico do jazz com a pegada concisa do punk, tudo acompanhado de letras sarcásticas

20. The Damned - Damned, Damned, Damned (1977)
Sem discurso político, o Damned faz aqui rock puro e simples, com uma das mais afiadas linhas de baixo do punk

21. Buzzcocks - Another Music In a Different Kitchen (1978)
Ápice dos criadores da vertente mais pop do punk, com ritmo, guitarra e vocal grudando nos ouvidos

22. X - Los Angeles (1980)
Misturando o frenesi punk ao rockabilly e ao country, o grupo produziu um álbum essencial

23. Wire - Pink Flag (1977)
Um dos melhores álbuns de estréia da história do punk, é marcado pela imprevisibilidade musical

24. Pere Ubu - The Modern Dance (1978)
Seções rítmicas desorganizadas, bateria e baixo convulsivos e vocal psicopata que influenciaram o modo de tocar de inúmeras bandas americanas dos anos 90

25. The Descendents - Milo Goes to College (1982)
Antes da turma emo pensar em existir, o grupo já misturava guitarras rápidas e melodiosas com auto-depreciação e sensibilidade

26. Pylon - Gyrate (1980)
Dizer que o R.E.M., seus conterrâneos da cidade de Athens, na Geórgia, não existiriam sem eles é exagero. Mas que seriam bem diferentes, isso seriam.

27. Wipers - Over The Edge (1983)
Boa parte das bandas independentes americanas se espelharam nesse álbum do grupo do guitarrista/vocalista Greg Sage, um dos heróis de Kurt Cobain

28. No New York (1978)
Verdadeiro documento do punk nova-iorquino, esta coletânea reúne quatro bandas de rock experimental que influenciaram de Sonic Youth a Björk

29. Talking Heads - More Songs about Buildings And Foods (1978)
O segundo àlbum do grupo de David Byrne ajuda a entender de onde vieram bandas como o Arcade Fire

30. Siouxsie & The Banshess - Kaleidoscope (1980)
Com letras desoladoras e músicas sombrias, o álbum prenuncia o movimento gótico

31. Blondie - Parallel Lines (1978)
Debbie Harry era não apenas a musa do punk - os garotos queriam estar com ela, as garotas sonhavam em ser ela. Ao lado do parceiro Chris Stein, ela conseguiu criar um pop perfeito misturando o rock dos anos 60 com o ritmo dançante da new wave e da discoteca.



(Rodrigo Turrer)











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09/02/2008
As lições de Alegría
Cirque du Soleil faz estréia triunfal em São Paulo



Num desses pacotes que saem toda a semana sobre as novidades da Medicina, um grupo de cientistas internacionais chegaram à conclusão de que, em 20 anos, será impossível bater recordes de atletismo. O corpo humano deverá chegar a seu limite. Por suas próprias forças, não poderá se superar. Felizmente o homem é cheio de suspresas e recursos. Esse tema me ocorreu na estréia do espetácuo Alegría, do Cirque du Soleil, que estreou na noite de quinta-feira, 7 de fevereiro, numa tenda plástica gigante montada no centro do parque Villa-Lobos, zona Oeste de São Paulo. O Cirque du Soleil provoca a certeza,, nada ilusória, de que o ser humano será capaz de superar seus limites - se não pelo próprio corpo, pelo menos pelo impulso da tecnologia. Em um e outro aspecto, a trupe consegue surpreender. Nossa descrença, tão fundamentada pela ciência, é suspensa por duas horas.

A noitada foi um triunfo. O retorno da trupe canadense à cidade, depois de um ano e uma excursão que começou em agosto no Brasil, levou ao circo personalidades, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, além dos modelos e celebridades habituais. O público também compareceu em peso para assistir a uma seq6uência feérica de números de acrobacia, malabarismo, música e comédia. O espetáculo, rigido por Franco Dragone, tem como fundo a pergunta “e se...”. E se os velhos pudessem ser jovens, se você ou mesmo o palhaço virasse rei, se o bobo da corte tivesse razão? É uma festa na corte de um palácio fantástico, onde tudo parece possível.

Evidentemente, os preços altos dos convites deixaram de fora os pobres. E para evitar a acusação de anti-sociais, o Cirque realiza por onde anda trabalhos sociais, permiete a entrada de crianças de rua em alguns de seus espetáculos e adverte no texto do livreto oficial da turnê brasileira: “As crianças de rua não verão Alegría. Rir continua sendo um luxo que não está ao alcance delas.” E convidam o espectador a participar de um grito de alegria solidário a quem não está presente.

Esta é a essência do espetáculo: a alegria é uma construção, uma ilusão diante das agruras de um mundo ainda injusto. As cantoras que dirigem o show ao lado de um compère demoníaco gritam “alegria” num tom de loucura. A música tem uma atmosfera melancólica (ouça no link). Os acrobatas realizam proezas ao trapézio, nas barras e nos bambolês. Os engolidores de foto criam a ilusão de festa. As contorcionistas mongóis impressionam, dessossando-se no picadeiro. O grande destaque está na dupla de palhaços, um deles o brasileiro Marcos de Oliveira Casuo. Eles pontuam o espetáculo com a dimensão humana, mostrando que a infância pode ser infinita. O público, como sempre nos espetáculos do Cirque, é levado a participar..

Pelo que Alegría ensina, ainda é possível vencer os limites. Mas a passividade é o pior caminho para isso. Somos todos, inclusive o público, parte de um mesmo universo. E se a vida pudesse ser um grande espetáculo assim?


Confira a galeria de imagens.


Ouça um trecho de Alegria.


(Luís Antônio Giron)



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12/02/2008

Segundo dia, hora de escolher


Hoje foi o dia de estabelecer as prioridades. Com o pavilhão da Bienal finalmente cheio, os participantes começam a dedicar seu tempo às áreas que lhe chamam a atenção. Muita gente achou que faria três ou quatro oficinas ao mesmo tempo - mas o tempo, nosso velho conhecido, é o mesmo no mundo real e no virtual. Não adianta, o dia era mesmo para decidir o que fazer.
Na "arena", onde ficam montados os milhares de computadores, uma atração inusitada foi o workshop de astronomia. Primeiro, professores especializados ensinaram a fotografar o céu usando câmeras digitais comuns. Depois, explicaram como os índios conhecem as constelações - e as insondáveis relações entre a saúde das mulheres e uma constelação em forma de tatu. A área de discussão mais intensa foi a de Desenvolvimento. Hoje foi dia de falar de Java, uma das mais tradicionais linguagens de programação que se tornou código aberto há pouco tempo.

Uma pequena lista de impressões colhidas sem muita objetividade:

- Os computadores liberados ao público rodam Linux, muito bem, por sinal. Mas sofrem do que pode ser definido como "síndrome da inclusão digital". As letras na tela são grandes demais, para servir a quem tiver alguma limitação visual. O resultado é que todo mundo que passa lê o que você está escrevendo. Privacidade nenhuma.

- A tal conexão de 5Gb é uma ilusão. Conversando com um desenvolvedor de software livre, que está trabalhando num dos estandes do governo, fui informado que este número mágico será dividido entre todos, por isso é impossível ter uma conexão melhor do que medíocre. Nem é preciso saber de Linux ou participar de uma ONG: basta abrir um e-mail e percebe-se que a conexão lembra os tempos de internet discada.

- No térreo, o espaço é aberto ao público. Quem desembolsou os R$ 100 da inscrição tem direito a espaço para a barraca e acesso à "arena", que é onde está a ação. Lá acontecem palestras sobre software livre, competições de games, oficinas de astronomia e exibição de simuladores aéreos da aeronáutica). Hoje circulam por aqui, no andar térreo, em torno de mil pessoas. À disposição deles, mais de dez estandes de empresas ligadas à tecnologia, comunicação e mídias eletrônicas; além de algumas surpresas: um estande de militares brasileiros, que simula combates aéreos, e o de um game de luta chamado Kick Ass Kung-Fu, jogado com o corpo inteiro (a figura do jogador em movimento é capturada por uma câmera especial, que traduz a imagem para dentro do game).

- Para curar uma possível ressaca tecnológica, há ainda um estande com totó (pebolim para os paulistas), carteado, sinuca e outros jogos analógicos.

(Marcelo Zorzanelli)

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14/02/2008
Para ver bem juntinho - ou bem separado



Happy Valentine’s Day! Calma, leitor de Mente Aberta. Antes de você nos acusar de termos voltado americanizados e de cometermos a heresia de trocar nosso Santo Antônio por São Valentim, leia o post.

É que por ocasião do dia dos namorados dos Estados Unidos, comemorado hoje, 14 de fevereiro, a BlockBuster encomendou uma lista dos melhores - e dos piores - filmes para ver com o namorado ou namorada.

A comédia romântica Como se Fosse a Primeira Vez, estrelada por Adam Sandler e Drew Barrymore, ficou no topo da lista. Casablanca ficou em segundo e Harry e Sally em terceiro. O levantamento ouviu 1500 pessoas nos Estados Unidos.

Mas a pesquisa não se limitou apenas a indicar os filmes que fazem do dia muito especial. Namorados e namoradas elencaram o que seria a maior gafe cinematográfica numa noite especial como essa. Por isso, rapazes, esqueçam qualquer possibilidade de convidá-las para ver Rambo. Muito menos ao Clube dos Cafajestes. E, meninas, contenham a fofice e deixem Divinos Segredos e Amigas para Sempre para reuniões com a turma de amigas - sem eles, ok?

E você, leitor, concorda com a lista? Para você, quais são os melhores - e piores - filmes para ver juntinho?



A lista americana dos cinco melhores para assistir no Valentine’s Day:
1º Como se fosse a primeira vez
2º Casablanca
3º Harry e Sally
4º Penetras Bom de Bico
5º A Princesa Prometida

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Luís Antônio Giron
Editor de Cultura da Época. Jornalista, escritor e crítico. Doutor em Artes Cênicas pela USP, Mestre em Musicologia pela USP. Doutor e Mestre pela USP. Autor dos seguintes livros: Ensaio de Ponto (romance, 34, 1998), Mario Reis, o Fino do Samba (biografia, 34, 2001), Minoridade Crítica (ensaio de história cultural, Ediouro/Edusp, 2004), Até Nunca Mais POr Enquanto (contos, Record, 2004), Teatro Completo de Gonçalves Dias (edição, organização, estabelecimento de texto, ensaio introdutório), A Bacanal do Espírito: Gonçalves Dias Folhetinista (a sair pela Record), Crônicas reunidas de Gonçalves Dias (organização, ensaio introdutório, estabelecimento de texto, a sair pela Record).
 
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  Martha Mendonça
é jornalista e escritora do Rio de Janeiro.

Nelito Fernandes
é jornalista, tem a mente aberta mas é heterossexual.

Gisela Anauate
é repórter de Mente Aberta, autora do livro Dissonantes (sem editora, se alguém quiser, por favor, contate), sobre cinco músicos nada convencionais.

Marcelo Zorzanelli,
repórter, ex-publicitário convertido.

Denerval Ferraro Jr.
é editor da seção Quem Acontece, é crítico de cinema e de gastronomia.

Laila Abou Mahmoud
é repórter de Época Online, paulistana, pisciana, apaixonada por música popular brasileira e por boa prosa.

Marcelo Bernardes
é jornalista e trabalha há 14 anos em Nova York.

Emir Ruivo
é músico.

Danilo Casaletti
é jornalista do Online de Época.

Ana Paula Galli
é repórter do Online de Época.

Rafael Pereira
é jornalista e diverte-se com os amigos tocando rock n' roll.
 
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