12/01/2008
Tingo, mais uma vez



Nesta edição de Época falamos sobre o Toujours Tingo, um almanaque de palavras estrangeiras curiosíssimas compiladas pelo escritor inglês Adam Jacot de Boinod. Ele fez sua estréia como colecionador lingüístico em Tingo: O Irresistível Almanaque das Palavras que a Gente não Tem (Conrad), que já comentamos no blog Mente Aberta. Relembre o post
aqui.

(Gisela Anauate)

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20/01/2008
As 100 maiores do rock (Parte III)

61. “I Gotta Woman” – Ray Charles
Se resta alguma dúvida de que o astro do R&B era um grande roqueiro, basta ouvir a versão de “I Gotta Woman” gravada pelos Beatles no CD Live at the BBC
Clique aqui e ouça a versão de Ray Charles
Clique aqui e ouça a versão dos Beatles

62. “Louie Louie” – The Kingsmen
Com centenas de versões, este rock ligeiro trouxe frescor ao gênero, ao relaxar baixo e bateria
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63. “Don’t Let Me Be Misunderstood” – The Animals
A versão caliente da banda disco Santa Esmeralda pode ser mais conhecida. Mas esta composição - originalmente criada por compositores da Broadway para a cantora de jazz Nina Simone em 1964, marcou o momento em que os Animals eram uma das maiores bandas do mundo
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64. “Hoochie Coochie Man” – Muddy Waters
Blues, sem dúvida. Mas a atitude da letra, a força do riff – que escapa aos clichês do blues – fizeram desta faixa uma constante nos repertórios das grandes bandas
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65. “Starman” – David Bowie
A melhor faixa do melhor CD de Bowie – Ziggy Stardust and the Spiders From Mars. Chegou ao Brasil – e fez sucesso - como “Astronauta de Mármore”, versão da banda Nenhum de Nós
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66. “(What’s So Funny ‘Bout) Peace, Love & Understanding” – Elvis Costello
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67. “Ohio” – Crosby, Stills, Nash and Young
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68. “Take a Walk on the Wild Side” – Lou Reed
Uma música sobre travestis com backing vocals de David Bowie – tão “moderna” para 1972 que a BBC nem percebeu e só foi proibi-la bem depois do lançamento
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69. “How Soon is Now” – The Smiths
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70. “Agora Só Falta Você” – Rita Lee
A rainha do rock nacional durante sua melhor fase, homenageando seu marido e guitarrita, Roberto de Carvalho
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71. “White Rabbit” – Jefferson Airplane
O livro Alice no País das Maravilhas já é piscodélico o bastante, com seus cogumelos e viagens entre planos dimensionais. Quando um grupo de chapadões da Califórnia colocou música na mitologia de Lewis Caroll, o resultado é a música mais viajante de todos os tempos
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72. “Here Comes the Sun” – The Beatles
Sentado no jardim de Eric Clapton, George Harrison reparou que a neve derretia sobre a grama. Pegou o violão e fez uma das maiores canções dos Beatles
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73. “The Boxer” – Simon & Garfunkel

A balada-folk com a tarefa de seguir o grande sucesso de "Ms. Robinson". A melodia, única, casa com uma letra que lembra muito as narrativas épicas de Bob Dylan.
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74. “Born to Run” – Bruce Springsteen
A juventude conturbada na cidade de New Jersey deu a Springsteen o estofo emocional para escrever épicos como este – músicas de coração partido que parecem canções de protesto
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75. “Should I Stay Or Should I Go” – The Clash
Rápida, debochada, mas sem descuidar da qualidade musical.
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76. “Blue Suede Shoes” – Carl Perkins
Copiada até não querer mais, a estrutura deste rock de 1955 fez sucesso na voz de Elvis Presey
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77. “Blitzkrig Bop” – Ramones
Eles eram punk? Ou interpretavam papéis? A verdade é que os “irmãos” Ramones deram ares pop ao som sujo do cais do Tâmisa
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78. “Sociedade Alternativa” – Raul Seixas
Aquela que vem à mente quando alguém grita “toca Raul” durante um show
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79. “Maybe I’m Amazed” – Paul McCartney
Para sua nova mulher, e para os ex-amigos dos Beatles, Paul McCartney tinha dificuldades de admitir que estava “espantado”.
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80. “Happy Together” – The Turtles
Tão boa que retornou às paradas em 2007 na voz de Britney Spears, como sample na faixa “Ooohh Baby”
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81. “Peggy Sue” – Buddy Holly and His Crickets
O símbolo da geração que viveu os anos “Grease”, esta canção ganhou filme de Francis Ford Coppola
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82. “Good Golly, Miss Molly” – Little Richard
O grito do pioneiro do rock insirou ninguém menos que Paul McCartney a subir o tom de suas canções
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83. “Sweet Home Alabama” – Lynyrd Skynyrd
Experimente ouvir esta numa estrada. Não há nada melhor.
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84. “I Won’t Back Down” – Tom Petty
O renegado roqueiro americano tem seu culto – mas esta canção de 1989 pode ser aproveitada por todo mundo
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85. “Seven Nation Army” – White Stripes
Poucos rocks vão parar nas pistas de dança quase sem alteração. Muito menos um que só se vale de guitarra e bateria. O melhor riff dos anos 2000
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86. “Last Night” – The Strokes
Lançou o movimento de reviver o rock de garagem – e abriu as portas para tudo que é lançado hoje em dia
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87. “All Along the Watchtower” – Jimi Hendrix
O próprio Bob Dylan – autor da canção – admitia que a versão de Hendrix era melhor que qualquer outra. O solo tem estilos tão díspares – tocados por Hendrix
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88. “É Proibido Fumar” – Roberto Carlos
Só um rock legítimo sobreviveria tanto tempo nas paradas. Foi hit com o Rei e voltou a virar mania na voz de Samuel Rosa, do Skank
Clique aqui e ouça a versão de Roberto Carlos
Clique aqui e ouça a versão do Skank

89. “November Rain” – Guns ‘Roses
O arranjo sinfônico foi feito com sintetizadores e tocado por Axl Rose
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90. “Rebel Rebel” – David Bowie
Inspirado pelo livro 1984, de George Orwell, Bowie sacou mais um de seus refrões inspirados, já sem ajuda da lendária banda de Ziggy Stardust, os Spiders From Mars.
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91. “Mr. Tambourine Man” – Bob Dylan
O livro que é considerado um dos mais influentes da contracultura – Medo e Delírio em Las Vegas, de Hunter Thompson – oferece agradecimentos a Bob Dylan: “por ter escrito Mr. Tambourine Man”.
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92. “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo” – Lô Borges
O rock mineiro na sua forma mais melódica – e poética
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93. “All Right Now” – Free
Um hino de reconhecimento instantâneo, bateu recordes de execução nas rádios e entrou para o repertório dos shows do Queen
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94. “We’re Not Gonna Take It” – Twisted Sister
Quase uma paródia do heavy metal, Twisted Sister é a cara dos anos 1980: exagerado, colorido, e em última instância, irresistível
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95. “Take me Out” – Franz Ferdinand
Música para que garotas possam dançar – este é o objetivo declarado dos escoceses do Franz Ferdinand
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96. “Strawberry Fields Forever” – The Beatles
As viagens de Lennon com o LSD começaram a se potencializar e ele teve a idéia de ligar duas versões desta faixa – em tons diferentes – diminuindo a velocidade de uma delas. O clima onírico presente no resultado final maravilhou o mundo
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97. “Losing My Religion” – R.E.M.
Uma canção sobre auto-descoberta, da banda mais cabeça do pop
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98. “Giz” – Legião Urbana
A música preferida de Renato Russo. “É perfeita”, teria dito o bardo
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99. “Pour Some Sugar on Me” – Def Leppard
Mesmo sem um braço, o baterista desta banda de “hair metal” – o heavy metal dos cabeludos, exagerado e de calças colantes, da década de 1980 – leva o andamento acelerado desta faixa às últimas conseqüências
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100. “Killing in the Name of” – Rage Against the Machine
A mistura de hip-hop e guitarras ficou famosa hoje em dia. Mas em 1997, era como descobrir um novo mundo
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(Marcelo Zorzanelli)

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21/01/2008
As 100 maiores do rock (Parte II)

31. “Hey Jude” – The Beatles
Reza a lenda que McCartney escreveu esta faixa e “The Long and Winding Road” em dois dias. É como se Shakespeare tivesse escrito Romeu e Julieta e Hamlet num fim de semana
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32. “Wild Horses” – The Rolling Stones
Uma alegoria sobre o uso da heroína – os cavalos do título representam a droga – criada no auge do vício de Mick Jagger e Keith Richards
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33. “Aqualung” – Jethro Tull
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34. “Rock Around the Clock” – Bill Halley And His Comets
Um blues acelerado pontuado com metais: a faixa que deu origem ao rock em 1954
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35. “Gita” – Raul Seixas
Inspiração indiana e ocultismo na letra de Paulo Coelho; majestade melódica do roqueiro baiano
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36. “Great Balls of Fire” – Jerry Lee Lewis
Ainda hoje, os socos que Jerry Lee Lewis deu no piano em 1957 ressoam como um símbolo do peso do rock
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37. “The Weight” – The Band
Com alusões – sonoras e literais - às tradições do campo americano, esta é a melhor faixa do som criado por esta grande banda americana que tem ¾ de integrantes canadenses
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38. “Stairway to Heaven” – Led Zeppelin
Um velho poema de Robert Plant encontrou uma antiga composição de Jimmy Page; o fruto desta união, “Stairway to Heaven”, é um dos pontos altos do misticismo do rock
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39. “God Only Knows” – The Beach Boys
De tão bonito, este single dos Beach Boys mereceu que Paul McCartney enviasse suas congratulações a Brian Wilson, compositor da canção
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40. “Every Breath You Take” – The Police
O andamento revolucionário das canções do Police – mistura de jazz, reggae e rock – deu espaço a uma balada levada só no baixo de Sting
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41. “Little Wing” – The Jimi Hendrix Experience
Para aumentar a elegância na localização das pausas desta estonteante balada de Jimi Hendrix, notas de xilofone foram adicionadas. O resultado é um som fantástico, como num sonho
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42. “Another Brick in the Wall Part 2” – Pink Floyd
“Atirei o pau no gato/ Mas o gato não morreu” – Este poderoso rock é tão querido dos brasileiros que alguém até descobriu que a rima infantil cabe perfeitamente na prosódia
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43. “My Generation” – The Who
O som mais pesado já gravado por uma banda de mod rock – apesar de ter sido lançada em 1965, parece que foi gravada ontem
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44. “Paranoid” – Black Sabbath
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45. “We Will Rock You” – Queen
A percussão simples, que pode ser feita com as palmas da mão, carrega o desafiante refrão ao êxtase
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46. “Jeremy” – Pearl Jam
O maior problema do Pearl Jam talvez seja que seus integrantes conseguiram evitar a auto-destruição. Enquanto os colegas da cena grunge de Seattle ganharam status de mitos, esta excelente banda não recebe o reconhecimento por sua gemas da agonia adolescente
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47. “You Really Got Me” – The Kinks
Esquecidos até na Inglaterra – só recentemente a injustiça vem sendo reparada – os Kinks eram uma espécie de Beatles menos polidos
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48. “Have You Ever Seen the Rain” – Creedence Clearwater Revival
Direto do coração dos EUA, rock tingido de country – ou vice-versa. John Fogerty é um dos guitarristas mais subestimados do rock
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49. “Give it Away” – Red Hot Chili Peppers
O som da Califórnia que capturou o espírito hypado dos anos 1990 – sem a depressão do grunge de Seattle
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50. “Hound Dog” – Elvis Presley
O rock começa por aqui: Elvis assumindo sua verve animalesca nos vocais, rebolando na TV e partindo corações
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51. “You Got It” – Roy Orbinson
Hit póstumo de uma do maior crooner do rock
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52. “Song 2” – Blur
Ganhou fama ao ser o tema do game Fifa Soccer – e imortalizou os gritinhos de “uh-uh”
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53. “Summertime” – Janis Joplin
Standard do jazz vertido com eloqüência pelos ursos da Big Brother and The Holding Co.; da voz de Janis nem é bom falar. Uma analogia futebolística seria o tal “coração na ponta das chuteiras”.
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54. “Here Comes Your Man” – Pixies
Kurt Cobain admite que queria copiar os Pixies ao fazer “Smells Like Teen Spirit”. “Here Comes Your Man” é o mais próximo do pop de rádio que esta banda chegou
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55. “Buddy Holly” – Weezer
A música começa já pela metade do primeiro verso – imitando o ato de colocar a agulha num LP – e logo chega a um refrão cortado perfeitamente para as rádios americanas
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56. “Cocaine” – Eric Clapton
A mais famosa música sobre o uso de drogas é comumente confundida como apologética. Não é, muito pelo contrário
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57. “Logical Song” – Supertramp
A paranoia dos anos 1980 – a cocaína, a prosperidade de Wall Street, as novas tecnologias – foi transfomada num hino pela inocência perdida
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58. “Dude (Looks Like a Lady)” – Aerosmith
Os bad boys de Boston, apesar de não cortarem os cabelos, não gostavam de ser confundidos com garotas
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59. “Sunday Bloody Sunday”-U2
Bono Vox, antes de ser politico fora dos palcos, era político em suas letras. A eterna guerra entre cristãos e protestantes em sua Irlanda natal foi seu primeiro exercício no comentário social
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60. “I Saw Her Standing There” – The Beatles
O single mais vendido dos Beatles.
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21/01/2008
As 100 maiores do rock

Em 1965, Bob Dylan era o maior astro do folk. Este é um gênero musical tipicamente acústico. Dylan era o melhor nas letras e no dedilhado. Sua influência foi estudada em universidades. Pois, naquele ano, Dylan descartou tudo isso. O que ele fez de errado? Plugou uma guitarra no amplificador e transformou suas canções em rock-’n’-roll. Dylan se eletrificou.

Esse frenesi juvenil, essa emoção que desafia a intelectualidade, foi o que buscamos ao enfrentar a difícil eleição das 100 melhores faixas do rock de todos os tempos. Buscamos o que há de vital no espectro da música popular. Não foi uma tarefa fácil – e sabemos que provocará revoltas eletrificadas. Mas contamos com o auxílio inestimável de um pandeiro, ops, dos leitores. Por causa das contribuições recolhidas no blog de Mente Aberta (os melhores comentários estão em itálico), alcançamos um precioso equilíbrio. Se você não concordar, não nos odeie. Como bem disse Bob Dylan: “Você não deveria deixar outras escolherem o que você gosta”.

1. “A Day in the Life” – The Beatles
A última colaboração entre John Lennon e Paul McCartney ultrapassa qualquer formato da música popular. São duas canções em uma, separadas por um crescendo orquestral que gela a espinha. No fim, um acorde tocado por três pianos e um apito supersônico que só os cachorros podem ouvir. O melhor da maior banda de todos os tempos
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2. “Like a Rolling Stone” – Bob Dylan
Baseada em um poema que Dylan escreveu para seus detratores do movimento folk, a faixa deve muito ao contraponto melódico do órgão de Al Kooper
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3. “Good Vibrations” – The Beach Boys
Criada no auge da guerra de singles contra os Beatles, em 1966, tornou-se referência na gravação de harmonias vocais
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4. “Satisfaction” – The Rolling Stones
Em 1965, o rock ainda era ingênuo. Aí vieram os Stones, com cinismo e raiva, e se tornaram arquétipos do gênero
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5. “One” – U2
Influenciou uma geração de roqueiros e – mais importante – influenciou o próprio U2, que desde 1991 tenta repeti-la sem muito sucesso
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6. “Purple Haze” – The Jimi Hendrix Experience
Em seu segundo single, Jimi alcançou forma plena: virtuosismo e sensualidade
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7. “Rock and Roll” – Led Zeppelin
“Puro hormônio adolescente transformado em som; bateria pulsante, baixo suingado e Robert Plant no auge de sua voz!” Bernardo Fajoses
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8. “Sunshine of Your Love” – Cream
Uma enciclopédia do rock em três minutos. Esta faixa de 1968 tem temas musicais e timbres copiados ainda hoje
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9. “Comfortably Numb” – Pink Floyd
A mais triste canção sobre o uso de drogas foi escrita no estupor de tranqüilizantes por Roger Waters
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10. “Baba O’Riley” – The Who
Um comentário que não envelhece sobre as desilusões da juventude. Além de conter o melhor uso de sintetizadores no rock
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11. “Bohemian Rhapsody” – Queen
Uma suíte em quatro partes: harmonias à capela, uma balada calcada no contrabaixo, um movimento de ópera e heavy metal selvagem
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12. “God Save the Queen” – The Sex Pistols
“A banda desceu o Rio Tâmisa insultando a rainha e cantando essa música. Pela coragem, foi a atitude mais rock-’n’-roll da História!” Arley Coqueiro
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13. “Johnny B. Goode” – Chuck Berry
Em 1957, Berry foi o primeiro negro a fazer sucesso com o rock. “Johnny B. Goode” é autobiográfica: fala de um garoto do interior que alcança o sucesso com sua guitarra
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14. “Wonderwall” – Oasis
Esta canção de amor da banda mais politicamente incorreta da Inglaterra monopolizou as rádios nos anos 90
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15. “All Shook Up” – Elvis Presley
O maior hit de 1957 se resume a um piano boogie-woogie e percussão feita no violão. Mas empolga, por causa do vozeirão de Elvis
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16. “Smells Like Teen Spirit” – Nirvana
Captou a ironia e a autodestruição dos adolescentes dos anos 90 e criou o culto a Kurt Cobain
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17. “Light My Fire” – The Doors
“Resume o espírito do rock-’n’- roll ao dizer que é ‘hora de atear fogo na noite’” Pedro Bernardo
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18. “Rock and Roll All Nite” – Kiss
Você sabia que esse indefectível hino do heavy metal não tinha solo na versão original? Ele foi adicionado em coletâneas posteriores
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19. “Space Oddity” – David Bowie
Um épico que lançou o maior personagem do camaleão David Bowie: Major Tom, o astronauta que se perde no espaço
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20. “Hotel California” – Eagles
Fala sobre a decadência da cena musical de Los Angeles. Já foi associada a cultos satânicos e ao vício de heroína. Mas é apenas uma grande canção
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21. “Sweet Child O’ Mine” – Guns N’ Roses
Clássico instantâneo, provou que é ótima ao ser gravada por Sheryl Crow – e sobreviver
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22. “Smoke on the Water” – Deep Purple
O tema da guitarra é um dos mais inconfundíveis do rock.O clima conseguido com quatro notas é surpreendente
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23. “Love Will Tear Us Apart” – Joy Division
Único hit da lendária banda Joy Division, lançado um mês antes do suicídio do vocalista Ian Curtis
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24. “Born to be Wild” – Steppenwolf
Por causa do filme Sem Destino, esta música de 1968 se tornou um símbolo da liberdade do rock. Faz a primeira menção ao heavy metal numa letra de música
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25. “Panis et Circenses” – Os Mutantes
Poesia, psicodelia e irreverência: marcas de nossos maiores roqueiros
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26. “Back in Black” – AC/DC
Grandiloqüente e mal-encarado como deve ser o hard rock
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27. “Paranoid Android” – Radiohead
Em 1997, fez a ponte entre o rock progressivo e o experimentalismo com efeitos de guitarras
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28. “Sultans of Swing” – Dire Straits
Esta faixa fez de jovens sem dinheiro astros em uma semana. Um dos solos mais influentes de Mark Knopfler
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29. “Master of Puppets” – Metallica
A música mais pesada de todos os tempos? Talvez. Pode ofender os ouvidos mais delicados. Mas que é bom, isso é
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30. “London Calling” – The Clash
Simboliza a indignação da classe operária nos anos Thatcher – uma novidade no punk até ali
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Luís Antônio Giron
Editor de Cultura da Época. Jornalista, escritor e crítico. Doutor em Artes Cênicas pela USP, Mestre em Musicologia pela USP. Doutor e Mestre pela USP. Autor dos seguintes livros: Ensaio de Ponto (romance, 34, 1998), Mario Reis, o Fino do Samba (biografia, 34, 2001), Minoridade Crítica (ensaio de história cultural, Ediouro/Edusp, 2004), Até Nunca Mais POr Enquanto (contos, Record, 2004), Teatro Completo de Gonçalves Dias (edição, organização, estabelecimento de texto, ensaio introdutório), A Bacanal do Espírito: Gonçalves Dias Folhetinista (a sair pela Record), Crônicas reunidas de Gonçalves Dias (organização, ensaio introdutório, estabelecimento de texto, a sair pela Record).
 
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  Martha Mendonça
é jornalista e escritora do Rio de Janeiro.

Nelito Fernandes
é jornalista, tem a mente aberta mas é heterossexual.

Gisela Anauate
é repórter de Mente Aberta, autora do livro Dissonantes (sem editora, se alguém quiser, por favor, contate), sobre cinco músicos nada convencionais.

Marcelo Zorzanelli,
repórter, ex-publicitário convertido.

Denerval Ferraro Jr.
é editor da seção Quem Acontece, é crítico de cinema e de gastronomia.

Laila Abou Mahmoud
é repórter de Época Online, paulistana, pisciana, apaixonada por música popular brasileira e por boa prosa.

Marcelo Bernardes
é jornalista e trabalha há 14 anos em Nova York.

Emir Ruivo
é músico.

Danilo Casaletti
é jornalista do Online de Época.

Ana Paula Galli
é repórter do Online de Época.

Rafael Pereira
é jornalista e diverte-se com os amigos tocando rock n' roll.
 
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